Por incrível que pareça, mais uma vez, a Globo de forma “democrática” faz repercutir movimentos de contracultura, inclusive os que partem de dentro do cristianismo.
Só para lembrar, no início dos anos 2000, já havia surgido um movimento chamado “Novo Movimento” pós-rock gospel. Muitos até deixaram de rotular as bandas de “rock gospel” para chamar de rock cristão / metal cristão. Neste tempo surgiram bandas como Palavrantiga, Crombie, Tanlan e Aerolis. A ideia sempre foi ocultar o evangelho das músicas e falar de arte.
Sobre o movimento em destaque no G1
De acordo com a matéria do portal G1 (link abaixo), o movimento direcionado por um selo contém bandas intituladas cristãs, porém rejeitam o termo gospel, não se reconhecerem no alinhamento político conservador, não fazem distinção entre secular e cristão, criticam o moralismo, a bancada evangélica na política, não evangelizam, mas falam da fé no modo “deles”. Pela quantidade de informação percebe-se que há um viés por trás do movimento.
Não é isso que é visto nas redes sociais do selo. Embora tenham o discurso contrário ao modelo de fé, não deixam de divulgar as grandes bandas clássicas, conservadoras que fazem o rock cristão mundial e brasileiro se mover. O destaque sempre é a antipatia ao gospel e a cultura evangélica tradicional.
Percebe-se o tom satírico no editorial quando se trata do “cristão comum”. Colocar em dúvida, distorcer a finalidade ou realmente influenciar o leitor a uma outra mentalidade? Nota-se que o viés da página tem um objetivo, reconfigurar o cenário ou moldar as bandas a uma outra identidade. “Não evangelizar” seria uma nova atitude do cristão contemporâneo no rock? Essa atitude é bíblica?
Um movimento social que abraça os rejeitados
Atualmente existe um cenário recheado de pessoas revoltadas com o modelo de igreja, contra um sistema religioso, contra a igreja organizada. As vezes até alimentado por grandes líderes. Pessoas que não frequentam uma igreja, pastores que não tem rebanho, pessoas com conhecimento bíblico e teológico, distorcido, sem renúncias, sem evangelização. São pessoas feridas, que precisam de fato conhecer o Cristo. Do outro lado um movimento que abraça essas pessoas criando um outro evangelho. Não é diferente das mães solos, dos LGBTs, das mulheres divorciadas, dos movimentos sociais que enganam os pobres, são pessoas direcionadas por viés político abraçando no lugar da verdadeira igreja. No geral, é a razão tomando lugar da fé.
A diferença do movimento musical para o movimento musical missionário
O rock cristão, em sua essência já nasceu como uma arma de ampliação e anúncio do evangelho as tribos urbanas, local onde a igreja sempre teve dificuldade. Embora muitos preferem não seguir esta ordenança bíblica fundamental, preferem enxergar a música apenas como música e arte.
Nos anos 60, o surgimento de bandas de rock cristão nos EUA, criou-se um movimento de contra-cultura partindo dos evangélicos. Porém foi um dos maiores feitos missionários na música cristã. Conhecido como “Jesus People”, o movimento salvou muitas pessoas, formou bandas e combateu o famoso lema “sexo, drogas e rock n roll” no meio dos jovens. Foi muito necessário para estancar um movimento social que surgiu com o Woodstock / movimento Hippie, que prometia liberdade e promiscuidade. Mesmo não tendo aderência ampla dos evangélicos americanos, o movimento foi direcionado por Deus para a salvação de pessoas.
Em nosso site temos diversos artigos que pode te ajudar a entender a essência do rock cristão e porque é necessário evangelizar.
O secularismo derretendo o cenário cristão
https://templometal.com/2020/08/o-secularismo-derretendo-o-cenario-cristao/
Saiba como impulsionar sua banda no evangelismo
https://templometal.com/2020/06/saiba-como-impulsionar-sua-banda-no-evangelismo/
Como o pentecostalismo alcançou os excluídos na década de 70
https://templometal.com/2021/10/como-o-pentecostalismo-alcancou-os-excluidos-na-decada-de-70/
Saiba porque a “união do rock/metal” é uma mentira
https://templometal.com/2021/01/saiba-porque-a-uniao-do-rock-metal-e-uma-mentira/
A importancia da ideologia na vida do cristão convicto
https://templometal.com/2020/11/a-importancia-da-ideologia-na-vida-do-cristao-convicto/
O cristão sem igreja e o rock sem guitarra
https://templometal.com/2020/11/cristao-sem-igreja-e-o-rock-sem-guitarra/
Mattie Montgomery e o evangelismo despertador
https://templometal.com/2020/10/mattie-montgomery-e-o-evangelismo-despertador/
O Rock ecumênico difundindo um falso evangelho
https://templometal.com/2020/10/o-rock-ecumenico-difundindo-um-falso-evangelho/
Confira um trecho da matéria:
Espalhadas por diferentes cantos do país, bandas de rock têm se articulado em torno de uma proposta em comum e bastante inusitada: fazer música inspirada na fé cristã, mas rejeitando o rótulo de “gospel”.
O selo independente reúne 12 bandas de estados como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte e conecta uma rede de cerca de 100 músicos, produtores culturais e artistas.
Apesar dessa associação, os próprios integrantes evitam dizer que existe uma cena consolidada de “rock cristão alternativo” hoje no Brasil. Preferem definir o movimento como uma articulação ainda em crescimento.
Matéria completa: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2026/07/31/tememos-um-brasil-evangelico-bandas-cristas-fazem-rock-sobre-fe-mas-rejeitam-rotulo-de-gospel.ghtml















